quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Roda do Ano


Celebramos a Roda do Sul, representada por Quatro Pequenos Sabás (mudanças de estações) ou Albans Quatro Grandes Sabás (fases do Deus) ou Festivais do Fogo, perfazendo um total de oito Rituais Sazonais. Provavelmente, a palavra Sabá, vem do grego "sabatu", que significa descansar, celebrar e que deu origem ao sábado, o sétimo dia da semana. e
Sabás são celebrações solares que têm por objetivo sintonizar e unificar a nossa energia com as estações do ano e da vida, fazendo assim, uma analogia ao caminho percorrido pelo Sol, além de representar as diferentes fases do Deus: nascimento, crescimento, fertilidade, declínio e morte.


O ano celta é dividido em duas metades: a obscuridade e a luz. Samhain simboliza o começo da metade escura, em contrapartida à Beltane, que simboliza o começo da metade clara. Entre estes dois há os portais Imbolc e Lughnasadh ou Lammas, que foram divididos novamente entre os solstícios e os equinócios. Os Sabás, que normalmente celebramos atualmente, são:
Alban ou Pequeno Sabá
Solstício de Inverno
21 de junho
Festival do Fogo ou Grande Sabá
A Noite do Fogo de Brighid
02 de agosto
Alban ou Pequeno Sabá
Equinócio de Primavera
22 de setembro
Festival do Fogo ou Grande Sabá
Casamento Sagrado
31 de outubro
Alban ou Pequeno Sabá
Solstício de Verão
22 de dezembro
Festival do Fogo ou Grande Sabá
A Festa da Colheita
02 de fevereiro
Alban ou Pequeno Sabá
Equinócio de Outono
21 de março
Festival do Fogo ou Grande Sabá
Dia das Bruxas ou Ano Novo Celta
30 de abril
Aqueles que preferirem seguir a Roda do Norte poderão notar, com mais precisão, a correspondência pagã com as festividades tradicionais do calendário gregoriano, como por exemplo, Yule e o Natal cristão e assim por diante.
Simbolicamente, seguimos as mansões da Lua na sua dança cósmica pela Roda do Ano e realinhando nosso eixo energético aos ciclos da Roda, podemos perceber nitidamente as mudanças da natureza dentro nós. Então, crie seus rituais e celebre as fases da vida.
A Roda gira sem parar nas suas infinitas jornadas, completando assim o seu ciclo natural da sagrada espiral. Na linha do tempo não existem tradições e nem contradições, existe apenas a tradição ancestral da Deusa e do Deus, dentro do princípio maior da criação. Que assim seja!

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