Celebramos a Roda do Sul, representada por Quatro Pequenos Sabás (mudanças de estações) ou Albans Quatro Grandes Sabás (fases do Deus) ou Festivais do Fogo, perfazendo um total de oito Rituais Sazonais. Provavelmente, a palavra Sabá, vem do grego "sabatu", que significa descansar, celebrar e que deu origem ao sábado, o sétimo dia da semana. e
Sabás são celebrações solares que têm por objetivo sintonizar e unificar a nossa energia com as estações do ano e da vida, fazendo assim, uma analogia ao caminho percorrido pelo Sol, além de representar as diferentes fases do Deus: nascimento, crescimento, fertilidade, declínio e morte.
O ano celta é dividido em duas metades: a obscuridade e a luz. Samhain simboliza o começo da metade escura, em contrapartida à Beltane, que simboliza o começo da metade clara. Entre estes dois há os portais Imbolc e Lughnasadh ou Lammas, que foram divididos novamente entre os solstícios e os equinócios. Os Sabás, que normalmente celebramos atualmente, são:
| Alban ou Pequeno Sabá Solstício de Inverno 21 de junho | Festival do Fogo ou Grande Sabá A Noite do Fogo de Brighid 02 de agosto |
| Alban ou Pequeno Sabá Equinócio de Primavera 22 de setembro | Festival do Fogo ou Grande Sabá Casamento Sagrado 31 de outubro |
| Alban ou Pequeno Sabá Solstício de Verão 22 de dezembro | Festival do Fogo ou Grande Sabá A Festa da Colheita 02 de fevereiro |
| Alban ou Pequeno Sabá Equinócio de Outono 21 de março | Festival do Fogo ou Grande Sabá Dia das Bruxas ou Ano Novo Celta 30 de abril |
Aqueles que preferirem seguir a Roda do Norte poderão notar, com mais precisão, a correspondência pagã com as festividades tradicionais do calendário gregoriano, como por exemplo, Yule e o Natal cristão e assim por diante.
Simbolicamente, seguimos as mansões da Lua na sua dança cósmica pela Roda do Ano e realinhando nosso eixo energético aos ciclos da Roda, podemos perceber nitidamente as mudanças da natureza dentro nós. Então, crie seus rituais e celebre as fases da vida.
A Roda gira sem parar nas suas infinitas jornadas, completando assim o seu ciclo natural da sagrada espiral. Na linha do tempo não existem tradições e nem contradições, existe apenas a tradição ancestral da Deusa e do Deus, dentro do princípio maior da criação. Que assim seja!

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